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Quinta-feira, 13 de Agosto 2026
Rondônia

Coluna do SIMPI: Alerta sobre Split Payment revolta empresários e SIMPI reforça luta contra impacto no caixa dos pequenos negócios

Entre os grupos alcançados pelas novas regras também estão pessoas físicas que obtêm renda com locação de imóveis.

Em Foco Rondônia
Por Em Foco Rondônia
Coluna do SIMPI: Alerta sobre Split Payment revolta empresários e SIMPI reforça luta contra impacto no caixa dos pequenos negócios
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Entre os grupos alcançados pelas novas regras também estão pessoas físicas que obtêm renda com locação de imóveis. A obrigatoriedade da inscrição especial poderá atingir contribuintes que possuam mais de três imóveis locados e receita anual de até R$ 240 mil proveniente dessas locações. Também se enquadram aqueles que obtenham receita superior a R$ 288 mil por ano, ainda que a renda seja originada de apenas um imóvel. Os produtores rurais que atuam como pessoas físicas também passam a integrar o grupo sujeito às novas regras quando o faturamento anual ultrapassar R$ 3,6 milhões. Nesses casos, a inscrição especial deverá acompanhar as exigências previstas pela reforma tributária para as operações sujeitas ao novo sistema de tributação. Outro grupo mencionado é o dos nanoempreendedores, categoria prevista na reforma tributária para atividades com faturamento anual de até R$ 40 mil. Embora nem todos estejam obrigados à inscrição especial, a análise recomenda que esses contribuintes avaliem a conveniência da emissão de notas fiscais, principalmente quando mantêm relações comerciais com pessoas jurídicas, situação que poderá justificar a adoção do novo cadastro. A orientação é que trabalhadores autônomos, locadores de imóveis, produtores rurais e demais pessoas físicas que comercializam bens ou prestam serviços sujeitos ao IBS e à CBS acompanhem a regulamentação da Receita Federal e verifiquem se suas atividades se enquadram nas novas exigências. A inscrição deverá ser realizada quando o sistema for disponibilizado pelo órgão responsável, observando os critérios estabelecidos para cada modalidade de contribuinte. O acompanhamento das novas regras torna-se parte do processo de adaptação à reforma tributária. A identificação do enquadramento, a emissão correta de documentos fiscais e a observância das obrigações previstas para cada atividade passam a integrar a rotina de pessoas físicas que mantêm relações comerciais com empresas, especialmente nas operações sujeitas ao novo modelo de tributação sobre o consumo.Assista:

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Realizando sonhos: Convênio SIMPI/FEEMPI traz referência nacional em Reprodução Humana para Porto Velho

Realizando sonhos: Convênio SIMPI/FEEMPI traz referência nacional em Reprodução Humana para Porto VelhoAssista:

A decisão da Receita Federal de tributar vendas destinadas às empresas da Zona Franca de Manaus (ZFM) preocupa empresários, especialistas e toda a cadeia produtiva nacional, afinal Tributar a Zona Franca é enfraquecer o desenvolvimento da Amazônia. Mais do que uma questão arrecadatória, a medida coloca em debate a segurança jurídica e a proteção de um modelo de desenvolvimento garantido pela Constituição Federal. Criada para reduzir as desigualdades regionais, a Zona Franca impulsiona a economia amazônica, gera empregos e atrai investimentos. Ao aumentar os custos das operações destinadas às empresas da região, a nova interpretação tende a reduzir a competitividade da indústria instalada em Manaus e afetar fornecedores de todo o país. Para o tributarista Breno de Paula, a medida representa um retrocesso.“A tributação das vendas destinadas à Zona Franca de Manaus representa um grave retrocesso jurídico e econômico. Ao encarecer as operações para a ZFM, a Receita Federal enfraquece um modelo de desenvolvimento regional protegido pela Constituição, reduz a competitividade da indústria amazônica e desestimula novos investimentos. Em termos práticos, essa interpretação penaliza a Região Norte e contraria a finalidade constitucional de redução das desigualdades regionais. É um verdadeiro atentado à segurança jurídica e ao ambiente de negócios na Amazônia.”A expectativa é de que a questão seja discutida no Judiciário e mobilize entidades empresariais em defesa da manutenção da competitividade da Zona Franca. Em um momento em que o Brasil busca estimular investimentos e fortalecer a indústria, preservar a segurança jurídica é essencial para garantir desenvolvimento sustentável e equilíbrio regional.

“A tributação das vendas destinadas à Zona Franca de Manaus representa um grave retrocesso jurídico e econômico. Ao encarecer as operações para a ZFM, a Receita Federal enfraquece um modelo de desenvolvimento regional protegido pela Constituição, reduz a competitividade da indústria amazônica e desestimula novos investimentos. Em termos práticos, essa interpretação penaliza a Região Norte e contraria a finalidade constitucional de redução das desigualdades regionais. É um verdadeiro atentado à segurança jurídica e ao ambiente de negócios na Amazônia.”

SIMPI Mato Grosso entrega propostas para o Desenvolvimento Nacional

SIMPI Mato Grosso entrega propostas para o Desenvolvimento Nacional

O SIMPI Mato Grosso entregou ao deputado federal José Medeiros um Caderno de Política Pública para o Desenvolvimento Nacional, com a solicitação de que o documento seja encaminhado à coordenação do plano de governo do candidato Flávio Bolsonaro. A iniciativa reúne propostas voltadas ao fortalecimento das micro e pequenas empresas e ao aprimoramento do ambiente de negócios no país. Elaborado a partir da experiência de mais de duas décadas de atuação da entidade, o caderno apresenta sugestões para reduzir a burocracia, ampliar o acesso ao crédito, fortalecer a segurança jurídica e estimular investimentos, geração de empregos e desenvolvimento econômico. Segundo o presidente do SIMPI Mato Grosso, João Carlos Laino, o objetivo é contribuir tecnicamente com o debate sobre políticas públicas.“Nossa intenção foi compartilhar o conhecimento acumulado ao longo de muitos anos de atuação ao lado das micro e pequenas empresas brasileiras. Se alguma ideia apresentada puder contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, nosso dever institucional estará cumprido.”O sindicato reafirma que a iniciativa tem caráter técnico e propositivo, reforçando seu compromisso histórico com o fortalecimento do empreendedorismo, da indústria e do desenvolvimento sustentável do Brasil.

“Nossa intenção foi compartilhar o conhecimento acumulado ao longo de muitos anos de atuação ao lado das micro e pequenas empresas brasileiras. Se alguma ideia apresentada puder contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, nosso dever institucional estará cumprido.”

Fonte: News Rondônia

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