Nos bastidores da Câmara Municipal de Porto Velho, o clima é de tensão e readequação. Relatos que circulam entre interlocutores do meio político apontam que a gestão do presidente Gedeão Negreiros teria promovido o corte de aproximadamente 100 cargos comissionados, em meio a um cenário de aperto financeiro.
Segundo essas informações de bastidores, a medida teria sido adotada após a redução de repasses ao Legislativo, realizada pela gestão do prefeito Léo Moraes. A decisão, ainda conforme essas versões, buscaria manter o equilíbrio das contas da Casa, priorizando despesas consideradas essenciais, como benefícios internos.
Ao mesmo tempo, outro tema que tem gerado desconforto entre parlamentares, de acordo com fontes ouvidas sob reserva, seria a suposta redução das verbas indenizatórias, que teriam passado a girar em torno de R$ 46 mil. Apesar de não haver confirmação oficial detalhada sobre os valores, o assunto tem dominado conversas internas e ampliado a insatisfação em parte dos vereadores.
Diante desse cenário, cresce a percepção nos bastidores de que Gedeão Negreiros enfrenta pressão política para contornar o desgaste e apresentar alternativas. Até o momento, não houve posicionamento oficial completo sobre todas as medidas mencionadas, e o espaço segue aberto para esclarecimentos por parte da Câmara Municipal.
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