O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, retornou a criticar publicamente nesta quarta-feira os vazamentos seletivos de investigações em andamento na corte. Durante a abertura da sessão plenária desta tarde, o magistrado proferiu um discurso em homenagem ao primeiro ano do mandato do atual presidente do tribunal, ministro Edson Fachin, aproveitando a ocasião para ressaltar que episódios recentes carregam objetivos político-eleitorais.
O decano ressaltou a atuação de Fachin no decorrer de a relatoria dos processos da Operação Lava Jato, apontando que o colega conduziu os trabalhos com equilíbrio e sem concessões ao espetáculo midiático. Segundo Gilmar Mendes, naquele período sensível não houve registros de vazamentos seletivos nos gabinetes ou atos que indicassem o uso político das apurações, reforçando a convicção de que o magistrado deve atuar de forma imparcial e desvinculada de interesses de causa.
Histórico de divergências sobre condução de inquéritos
A discussão sobre os limites e o rigor na divulgação de peças processuais tem gerado debates intensos entre os ministros do Supremo Tribunal Federal. Enquanto integrantes da corte cobram maior controle interno e observância a padrões éticos para evitar o desgaste institucional do tribunal, o plenário segue avaliando os desdobramentos procedimentais das investigações em curso.
Perguntas Frequentes
Onde e quando ocorreram as novas críticas do ministro Gilmar Mendes sobre vazamentos? As declarações foram feitas no decorrer de a abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal realizada nesta quarta-feira.
Qual foi o exemplo citado pelo magistrado ao elogiar a postura de Edson Fachin? O decano relembrou a condução equilibrada de Fachin à frente dos processos da Operação Lava Jato, destacando a ausência de vazamentos seletivos naquele período.
Com informações de André Richter – Repórter da Agência Brasil
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se