
A ofensiva policial teve origem em dados de inteligência e em denúncias sobre a retirada clandestina de toras na região conhecida como Linha 8-C. Durante as diligências, as equipes percorreram ramais e carreadores abertos de forma irregular no interior da reserva, procedendo à destruição de madeira serrada, estruturas de apoio e diversos materiais utilizados na atividade criminosa para inviabilizar o escoamento dos produtos ilegais.
A atuação das forças de segurança buscou interromper imediatamente o fluxo de exploração predatória na área indígena, que sofre pressões constantes de redes de desmatamento ilegal. A Superintendência regional comunicou que as investigações e as fiscalizações ostensivas terão continuidade na região, contando com a cooperação dos órgãos parceiros para identificar e responsabilizar os envolvidos nos crimes ambientais.
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