As diligências cumpriram 15 mandados de busca e apreensão expedidos pela justiça local. As ordens judiciais foram executadas simultaneamente em endereços residenciais situados nos distritos investigados e ainda em unidades prisionais localizadas na capital do estado, onde há suspeita de atuação de lideranças.
As investigações revelaram que o grupo criminoso utilizava pichações em prédios públicos e estabelecimentos comerciais para realizar a demarcação territorial na região. Além disso, a apuração identificou fortes indícios de envolvimento dos suspeitos em crimes como aliciamento de adolescentes, tráfico de drogas e cobrança de taxas ilegais de proteção de comerciantes e provedores de internet.
A operação ainda aprofundou apurações sobre o planejamento de atentados contra policiais civis e uma testemunha-chave. As autoridades constataram que detentos recolhidos no sistema prisional mantinham comunicação e continuavam coordenando esquemas delituosos externos, motivando a execução das medidas cautelares nas prisões.
A força-tarefa contou com o apoio estratégico do Ministério Público de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, além de unidades operacionais especializadas como a Core e o Depom. A Secretaria de Segurança reforçou que as investigações continuam para identificar outros participantes.
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