O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a diferença entre as regiões é impulsionada por fatores como níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e instrução da população. Na média do país, a taxa de 5,4 por cento representa um recuo em relação aos 6,1 por cento registrados no primeiro trimestre. Entre os estados, o indicador diminuiu em treze localidades, enquanto os demais permaneceram estáveis.
Santa Catarina registrou a menor taxa do país, com 2,1 por cento, seguida por Mato Grosso, com 2,2 por cento, e Espírito Santo, com 2,3 por cento. Rondônia marcou 2,6 por cento, enquanto Mato Grosso do Sul atingiu 2,7 por cento, completando o grupo com índices inferiores a 3 por cento.
O levantamento aponta que 1,06 milhão de pessoas enfrentavam o chamado desemprego longo no período, representando o menor contingente de toda a série histórica iniciada em 2012.
A pesquisa ainda detalha disparidades demográficas. O desemprego para os homens ficou em 4,6 por cento, abaixo da média nacional, ao passo que para as mulheres atingiu 6,4 por cento. Pela autodeclaração de cor, a taxa de desocupação de pretos foi de 6,9 por cento e a de pardos de 6,1 por cento, ambas acima da média, enquanto a de brancos ficou em 4,2 por cento.
Perguntas Frequentes
Qual foi a taxa de desemprego média no Brasil no segundo trimestre?
A taxa nacional ficou em 5,4 por cento, registrando queda em relação aos 6,1 por cento do trimestre anterior.
Quais estados apresentaram as menores taxas de desemprego do país?
Santa Catarina liderou com 2,1 por cento, seguida por Mato Grosso, Espírito Santo, Rondônia e Mato Grosso do Sul, todos abaixo de 3 por cento.
Quantos estados registraram queda no desemprego no período?
O índice diminuiu em treze unidades da federação, enquanto os demais estados mantiveram estabilidade.
Com informações de Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
Fonte: News Rondônia
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