O administrador do distrito de Vista Alegre do Abunã, identificado pelas iniciais D.B., contestou a notícia publicada sobre uma suposta prisão por boca de urna no decorrer de as eleições deste domingo (4), em Porto Velho.
Em um relato encaminhado à reportagem, ele negou ter praticado a irregularidade e afirmou que estava na rua observando a movimentação eleitoral. Segundo sua versão, pessoas se aproximavam para conversar com ele, e, quando isso acontecia, terceiros pediam que elas se afastassem.
D.B. afirmou que agentes tentaram levá-lo para dentro de uma escola com o objetivo, segundo ele, de configurar uma ocorrência de boca de urna.
“Eu estava na rua observando”, declarou o administrador, ao explicar sua versão dos acontecimentos.
Ele ainda afirmou que teria sido abordado à força e que a intenção seria conduzi-lo para o interior da unidade escolar. O relato, contudo, não esclarece todos os detalhes da abordagem nem apresenta, por si só, confirmação independente sobre as circunstâncias da ocorrência.
Na publicação inicial, informaram que o administrador havia sido preso sob suspeita de boca de urna e que teria resistido à abordagem policial. Após a manifestação de D.B., há versões divergentes sobre o episódio.
A boca de urna é uma conduta proibida pela legislação eleitoral. No entanto, a existência de uma abordagem policial não comprova, por si só, que o suspeito tenha cometido crime.
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