Durante o acidente náutico, a vítima acabou caindo na água e desapareceu rapidamente na correnteza, pois, conforme os relatos dos sobreviventes, não sabia nadar. O desaparecimento foi comunicado logo logo depois à Polícia Civil para o registro oficial do caso. Na manhã seguinte, parentes e moradores locais iniciaram por conta própria as diligências de busca ao longo do leito do Rio Guaporé, obtendo êxito em encontrar o corpo do homem horas depois.
Após ser resgatado da água, o corpo foi transportado até o Porto de Costa Marques. A Polícia Civil e a Politec foram acionadas imediatamente para comparecer ao local, realizar os procedimentos de praxe e apurar formalmente as circunstâncias do óbito. Em seguida, o corpo foi encaminhado para uma funerária local, onde permaneceu à disposição dos órgãos competentes para a realização dos exames perinecroscópicos e demais trâmites legais.
Especialistas em segurança fluvial destacam que, no decorrer de o período de seca, o Rio Guaporé atrai muitos moradores e turistas para atividades de lazer e pesca, exigindo atenção redobrada. O uso obrigatório de coletes salva-vidas é fundamental, em especial para quem não sabe nadar, servindo como medida preventiva indispensável para evitar tragédias e preservar vidas em ambientes de navegabilidade ribeirinha.
Com informações de Correio do Vale
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se