O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, defendeu a emancipação de alguns distritos da capital. A afirmação foi feita no decorrer de entrevista no Programa Conexão Rondoniaovivo, nesta sexta-feira (09).
Na conversa com o jornalista Ivan Frazão, ele lembrou que desde quando era deputado federal, já questionava essa situação e que é uma meta dos moradores locais.
“Caramba! É algo que defendo há muitos anos. Eu defendo que tenhamos a emancipação da Ponta do Abunã. Defendo ainda de União Bandeirantes que tem hoje aproximadamente 30 mil habitantes e é extremamente fértil e produtivo e, sendo município, já inicia com condições. Ali, você tem a maior produção de café por hectare do Brasil, como ainda soja, milho, projetos pilotos (abacaxi, melancia, banana), é uma área super frutífera e fértil”, afirmou
Léo Moraes lembrou ainda que a distância de alguns distritos da sede do município, é um fator que dificulta as ações da prefeitura. Porém, declarou, a prefeitura tem procurado atender a essas comunidades.
“Se eu vou para o distrito de Calama, que fica a horas e horas da capital e que passa por dificuldades, estamos instalando bebedouros para que tenha água pura. Em algumas comunidades que tem aproximadamente 40 famílias”, indicou.
O prefeito criticou a atuação da Companhia de Águas e Esgoto de Rondônia (Caerd) em Porto Velho. Ele afirmou que, inclusive, medidas judiciais foram tomadas para que a empresa cumpra o seu papel de fornecimento de água para a população.
“Porto Velho está desassistida por água e esgoto. Por exemplo, está um desespero total no Orgulho do Madeira, Morar Melhor e outros bairros, enquanto isso, você vê a Caerd rasgando o asfalto e a água não chega na casa das pessoas. Nós criamos leis contra isso, já autuamos e multamos a Caerd várias vezes. A Caerd está multada pela Prefeitura de Porto Velho. Isso é culpa dos servidores? Claro que não! Isso é falta de gestão, desmonte da empresa”, avaliou.
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