A localidade fica na região de fronteira com Guajará-Mirim, em Rondônia.
A operação foi realizada por equipes do Grupo de Tarefa Especial Diablos Azules 1.4, com apoio da Capitania de Porto Sócrates Vargas Camacho e da Unidade Móvel Policial para Áreas Rurais (UMOPAR).
Conforme informações das Forças Armadas bolivianas, os militares foram recebidos com pedras e outros objetos lançados pelos suspeitos, que tentavam impedir a abordagem. Diante da aproximação das equipes, os envolvidos deixaram a embarcação e escaparam utilizando outra canoa.
Depois da fuga, os agentes recolheram os barris de combustível que ficaram boiando no rio. A Marinha Boliviana estima que a apreensão tenha provocado um prejuízo de 15.680 bolivianos aos responsáveis pela atividade ilegal, quantia equivalente a cerca de R$ 7 mil.
Além de combater o transporte irregular de combustível, a operação buscou prevenir possíveis impactos ambientais. A iniciativa faz parte das ações desenvolvidas pelas autoridades bolivianas para intensificar o controle das águas fronteiriças e ampliar o combate ao contrabando na região.
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